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Proxima: proposta
audaciosa da Peugeot em 1986

No Salão de Genebra de 2002 a Peugeot apresentou um atraente par de carros-conceito, os cupês esporte RC Espadas e RC Ouros. Modernos, aerodinâmicos e com jeito de estarem prontos para produção, eles lembravam muito um trio de conceitos que marcaram os salões europeus da década de 80.

O primeiro era o Quasar, apresentado em 1984; o último era o belíssimo e nervoso Oxia, com seus 680 cv e 348 km/h, que o público conheceu em 1988. Mas a mais audaciosa de todas as propostas era a do Proxima. Com o nome da estrela mais próxima ao sol, ele roubou a cena no Salão de Paris de 1986.

Era impossível ficar indiferente à ousadia do Peugeot Proxima, estética e tecnicamente. Além do longo teto de vidro que minimizava a área do capô, seu eixo traseiro parecia um elemento independente do resto do carro. Isso revelava o motor central V6 biturbo de 2,85 litros e 24 válvulas, feito de materiais de última geração, inclusive cerâmica. No quesito segurança, se as largas rodas traseiras corressem risco de derrapagem, a tração passava automaticamente a integral.

Para uma empresa que sempre surpreende pela criatividade de seus carros-conceito, o Proxima certamente figura entre os de estilo mais radical. Tanto o comprimento quanto o entreeixos eram bem amplos. Sem portas, a parte dianteira do teto se inclinava para frente e o restante deslizava para trás. A carroceria era feita de materiais compostos, sobretudo fibra de carbono e resina.

Na época, a Peugeot divulgou que a potência seria de 600 cv. Entretanto, diferente do Oxia, que chegou a rodar para provar sua força, o Proxima era mais um fabuloso ornamento no estande da empresa. Até uma barbatana central enfeitava a traseira.

O interior, de 2+2 lugares, mantinha a cor vermelha do exterior no estofamento em couro e no painel, com carpete e outros detalhes em azul. Seus instrumentos pareciam se projetar em direção aos ocupantes da frente, com cinco monitores de alta definição controlados por dois computadores. A ventilação interna era obtida com a energia fornecida pelos sensores de captação de energia solar na traseira.

Apesar do nome, era um sonho possível, mas uma realidade distante. A Peugeot nunca colocou no mercado nada que se parecesse com ele.

Texto: Fabiano Pereira - Fotos: divulgação

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Data de publicação: 23/8/03

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