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Emoção para poucos

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Com preço de carro de luxo e potência de um esportivo, a
CBR FireBlade mostra como a Honda faz uma supermoto

Texto: Thiago Mariz - Edição: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação

No mundo das motocicletas a concorrência é sempre forte e, para um modelo, atravessar uma década inteira despertando desejo é muito difícil. Mas a Honda vem mostrando que o difícil não é impossível com sua superesportiva, a CBR 900 RR FireBlade. Trata-se de uma moto altamente potente e que há mais de 10 anos esbanja tecnologia e personalidade.

A linha 2003 da FireBlade (lâmina de fogo, nome bem sugestivo) não mostra um produto novo, mas isso não ofusca seu brilho. Recheada de tecnologia de construção, a moto foi desenvolvida com esmero para quem aprecia o segmento. Com pouco mais de 160 kg, possui quadro de alumínio, do tipo dupla trave, e guarda semelhanças com as Hondas NSR 500 de competição, VTR 1000 e VFR 800.

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A remodelação de estilo em 2002 deixou a FireBlade mais agressiva, lembrando
as motos de competição da Honda; observe o formato arrojado do farol

Sua grande característica é a rigidez torcional, o que garante a dirigibilidade e a estabilidade. O desenho é extremamente moderno e denota fluidez nas linhas. A carenagem apresenta formas esguias, que favorecem a aerodinâmica e a posição confortável e adequada do piloto. Tanto é verdade que, no modelo 2002, os engenheiros redesenharam o tanque de combustível para que o aspirante a "superpiloto" tivesse maior liberdade de uso.

O painel, elegante, apresenta o velocímetro e hodômetro digitais, mas o conta-giros é analógico, de leitura mais fácil durante as arrancadas mais vigorosas. Há ainda um indicador de consumo instantâneo. A FireBlade inova ao apresentar soluções de ponta, como os LEDs que substituem as lâmpadas nas lanternas traseiras. Como se sabe, o uso do LED na iluminação traz maior segurança, já que sua rapidez de acendimento é infinitamente superior à da lâmpada.

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No painel, apenas o conta-giros é analógico e há indicador de consumo instantâneo; o
quadro, de dupla viga em alumínio, garante comportamento dinâmico primoroso

Mas é o motor que desperta a curiosidade e a grande vontade de ser um piloto dessa Honda. Com 954 cm³ (em alguns mercados ela é chamada de CBR 954 RR em função disso), o propulsor introduzido em 2002 desenvolve 151 cv de potência a 11.250 rpm e torque máximo de 10,7 m.kgf a 9.500 rpm. Os pistões são bem mais compactos em altura que no antigo motor de 929 cm³ e muito leves; os cilindros de alumínio sinterizado, com cerâmica e grafite, garantem menor atrito. A alimentação é por injeção eletrônica. Continua

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Data de publicação: 1/4/03

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