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O Renault Mégane e sua perua Grand Tour têm na relação
custo-benefício o principal atributo entre os carros médios

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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Mostrado na versão Dynamique, o Mégane chegou com motores de 1,6 e 2,0 litros; apenas o segundo oferecia a opção de câmbio automático

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A Grand Tour acompanhou o sedã em opções mecânicas e agregou um bonito desenho na traseira; o porta-malas tinha capacidade de 520 litros

O mercado de sedãs médios é um filão do qual todo fabricante quer se aproveitar. São carros que, apesar do valor mais elevado, vendem bem e geram bons lucros a suas marcas. De olho nesse segmento, a Renault apostou suas fichas na segunda geração do Mégane, a qual começou a fabricar no Brasil em março de 2006.

O principal atrativo do carro que, então, tinha um dos projetos mais recentes do segmento no mercado nacional era a inovação: foi o primeiro a abrir mão da tradicional chave e, no lugar dela, usar um cartão com telecomando, que deve ser inserido no painel, permitindo ligar o carro ao toque de um botão. No estilo, surpreendeu com a alavanca do freio de estacionamento em forma de manche e, na técnica, foi o primeiro sedã médio a oferecer câmbio de seis marchas, na versão 2,0-litros.

Ainda havia outras novidades, como a eliminação da tampa do bocal de reabastecimento, ficando responsável pela vedação do tanque apenas a válvula de retenção que todo automóvel tem após a tampa. Outra boa notícia, apesar de não ser exclusiva, eram os para-lamas dianteiros em material plástico, que facilitam a reparação.

De início, eram três as versões. A de entrada, a Expression, com motor 1,6-litro 16V flexível (o mesmo do Clio), já oferecia de série bolsas infláveis frontais, freios com sistema antitravamento (ABS) e distribuição eletrônica da força entre os eixos, direção com assistência elétrica variável, volante com regulagem de altura e distância, ar-condicionado, porta-luvas com refrigeração, computador de bordo, vidros dianteiros com acionamento elétrico (com função um-toque apenas para o motorista), encosto do banco traseiro rebatível e rodas de aço de 15 pol com pneus 195/65.

Seus opcionais eram oferecidos em um pacote único, que incluía um mostrador no centro do painel para o rádio/toca-CDs, relógio e temperatura externa, comandos de áudio na coluna de direção, faróis de neblina e comando elétrico para os vidros traseiros e os retrovisores.

Já a versão Dynamique podia ter o mesmo motor 1,6-litro, oferecendo ainda controlador e limitador de velocidade, alarme perimétrico, três apoios de cabeça traseiros em vez de dois, revestimento interno em veludo, regulagem de altura para o banco do motorista, encosto do banco traseiro bipartido, porta-objetos com apoio de braço entre os bancos dianteiros, controle elétrico dos quatro vidros com funções um-toque e antiesmagamento e rodas de alumínio de 16 pol com pneus 205/55. O único opcional para esta versão era o toca-CD com disqueteira para seis discos no painel.

No caso do motor 2,0-litros 16V a gasolina, o câmbio manual vinha com seis marchas e havia a opção de automático de quatro marchas com seleção manual. Não era oferecido acabamento em couro. Motores e versões se aplicavam também à versão perua, a Grand Tour, lançada em maio de 2006 já como ano-modelo 2007. O espaço interno para todos os passageiros compunha um destaque, assim como o porta-malas, que contava com 520 litros de capacidade tanto para o sedã quanto para a Grand Tour.

Em maio de 2008 a Renault lançou a versão Privilège, a nova opção de topo, com câmbio automático e motor 2,0-litros. Os principais diferenciais estavam nos frisos externos na cor da carroceria, grade com detalhes cromados e novas rodas. Bancos, painéis de porta e volante vinham revestidos em couro; console, quadro de instrumentos e alavanca de câmbio tinham apliques na cor prata. Além dos equipamentos do Dynamique, o Privilège contava com acionamento automático dos limpadores do para-brisa e dos faróis, rádio/CD/MP3 com disqueteira no painel, retrovisores externos com rebatimento elétrico, ar-condicionado automático e sensor de estacionamento traseiro.


A série limitada Extreme foi lançada em abril de 2009 e buscava dar a sedã e Grand Tour um visual mais esportivo. Disponível tanto a motorização 1,6 quanto a 2,0, trazia pintura em cor exclusiva preto Nacré, anexos aerodinâmicos, logotipos, rodas de alumínio de 16 pol e retrovisores na cor cinza grafite, novo para-choque dianteiro com entrada de ar maior e grade esportiva. No interior, os bancos receberam tecido exclusivo com costuras vermelhas. Continua

 

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Data de publicação: 29/3/11

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