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Malas na primeira classe

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Atendendo de famílias a frotistas, o Fiat Siena tem espaço para bagagem
que sobressai, mas poderia acomodar melhor seus passageiros

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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Frente, traseira e painel eram redesenhados no Siena 2005; a versão HLX (fotos) tinha motor GM 1,8; a ELX usava os 1,0 e 1,25-litro da Fiat

 
 
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O desenho anterior da carroceria e do interior foi mantido no Siena mais simples, o Fire, que em 2006 ganhava motor flexível em combustível

Sedãs de pequeno porte derivados de hatchbacks surgiram no Brasil nos anos 80, mas só ganharam espaço expressivo no mercado na década seguinte. Eram opções para quem precisava de espaço para a família e para as bagagens, sem recorrer a peruas ou pagar por um modelo médio (e caro). Foi nessa categoria que a Fiat lançou em 1997 o Siena, substituto natural do Prêmio e derivado do Palio. Este guia trata das versões desde o modelo 2005, já que as anteriores já foram analisadas na seção.

A linha Siena 2005 foi lançada um tanto cedo, em março de 2004. O sedã adotou a bem executada renovação da linha Palio, com faróis de duplo refletor, grade dianteira pontilhada e novo interior. A traseira vinha com lanternas ampliadas e o espaço para bagagem se mantinha um destaque, com 500 litros de capacidade. O interior trazia painel modernizado e mais opções de conveniência.

De início foram oferecidas três versões. A Fire, que mantinha o desenho antigo, estava disponível apenas com motor de 1,0 litro. A intermediária ELX, que já tinha o novo estilo e trazia motor 1,0 ou 1,25-litro (este flexível em combustível), oferecia de série computador de bordo, abertura interna do porta-malas e do bocal do tanque de combustível, sistema de configurações e imobilizador do motor. A versão de topo, HLX, vinha apenas com o motor General Motors de 1,8 litro, também flexível, e adicionava direção assistida, rodas de alumínio de 15 pol e controle elétrico dos vidros dianteiros e das travas das portas.

Se a lista de equipamentos de série não empolgava, a de opcionais poderia tornar um Siena HLX tão caro quanto um sedã médio, graças a itens como freios com sistema antitravamento (ABS), bolsas infláveis frontais e laterais dianteiras, ar-condicionado, faróis de neblina e rádio/toca-CDs. Na mecânica, a maior novidade estava nas versões flexíveis dos conhecidos motores de 1,25 e 1,8 litro. Este último ganhava potência e torque, além de funcionamento mais suave, em 2006.

Em março de 2006 o motor de 1,0 litro também passava a ser flexível. O 1,25 logo deixava de ser oferecido para que, em seu lugar, fosse adotado o de 1,4 litro. Na mesma época aparecia a edição limitada Celebration, em homenagem aos 30 anos da Fiat no Brasil. Já modelo 2007, era um Fire — ainda com carroceria antiga — com direção assistida, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros com controle elétrico. Em atitude reprovável, a Fiat lançava quatro meses depois, em julho, o Fire com a mesma carroceria do restante da linha, tornando os "novos" modelos 2007 já ultrapassados.

Em novembro de 2007 foi lançada a forma atual da linha Siena. As mudanças abrangeram a frente e a traseira, com faróis de refletor elipsoidal e lanternas traseiras em posição horizontal, com clara inspiração nos veículos da Alfa Romeo. O Siena finalmente exibia um desenho digno de elogios, talvez pela primeira vez desde seu lançamento. A porção lateral permanecia, recebendo apenas um vinco mais pronunciado na linha de cintura.

Além do Fire, mantido com o desenho anterior, existiam agora três versões: a ELX, com motores de 1,0 e 1,4 litro flexíveis; a Tetrafuel 1,4, movida a álcool, gasolina ou gás natural com instalação oficial da fábrica; e a HLX, apenas com o 1,8-litro flexível da GM. Por dentro, o ELX tinha painel de instrumentos mais simples, com indicador de combustível digital. O motor 1,0-litro recebeu modificações que elevaram a potência em 8 cv e, segundo a Fiat, ficou 9% mais econômico. O motor 1,4 também teve aumento de potência, de 5 cv.
 
Todas as versões passavam a contar de série com faróis de neblina, para-brisa com faixa degradê, terceiro encosto de cabeça no banco traseiro, regulagem de altura do volante e apliques cromados. Computador de bordo, abertura interna do porta-malas e do bocal do tanque, conta-giros e imobilizador vinham em toda a linha. A versão ELX 1,4 tinha pneus de medida 185/65 R 14 (antes 175/70 R 14) e oferecia como opcionais ar, direção, rodas de alumínio, controle elétrico dos vidros e travas e volante revestido em couro. No Tetrafuel, ar e direção vinham de série.

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Data de publicação: 28/2/12

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