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Mais que um rostinho bonito

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Apesar de lançado há certo tempo, o Fiat Punto ainda tem no aspecto
moderno um atrativo, mas alguns motores causam insatisfação

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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A versão ELX, dotada de motor de 1,4 litro como a básica, tinha de série ar-condicionado, controles elétricos dos vidros e computador de bordo

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Só detalhes diferenciavam o conteúdo do HLX (fotos), mas o motor era bem mais potente, de 1,8 litro, e havia itens exclusivos como opcionais

No início dos anos 2000, uma das apostas do setor automobilístico passou a ser o segmento dos chamados "compactos premium", caracterizados como carros de porte maior que o dos modelos de entrada, mas menores que um médio, com bom acabamento e farta lista de equipamentos.

Dois anos após o lançamento na Itália, a Fiat passava a fabricar em Betim, MG, seu representante para esse segmento. O Fiat Punto (chamado Grande Punto no país de origem, devido à necessidade de diferenciá-lo do Punto de segunda geração, lançado por lá em 1999) chegava em agosto de 2007, já como modelo 2008, em quatro versões de acabamento com duas motorizações disponíveis.

A versão básica contava com motor de 1,4 litro flexível em combustível e trazia de série direção com assistência hidráulica, computador de bordo, configurador de funções, comando interno do porta-malas e bocal do tanque, temporizador dos faróis, ajuste de altura do banco do motorista, alerta de excesso de velocidade, encosto de cabeça para todos os ocupantes e controles elétricos dos vidros dianteiros e travas.

Já a versão intermediária ELX, com o mesmo motor da básica, adicionava ar-condicionado, computador de bordo com mais funções, terceira luz de freio, faróis de neblina, para-brisa com faixa degradê e ajuste de altura e distância do volante. Como opcionais, tinha bolsas infláveis frontais, freios com sistema antitravamento (ABS), rádio/toca-CDs com MP3 e comando no volante, controle elétrico de travas, retrovisores e vidros traseiros, sensor de estacionamento traseiro, teto solar Sky Dome, faróis e limpador de para-brisa automáticos, banco traseiro bipartido, apoios de braços à frente e atrás, retrovisor interno fotocrômico, rodas de alumínio de 15 pol, bancos de couro em dois tons e interface Bluetooth para telefone celular, batizada de Blue & Me.
 
O Punto HLX vinha com motor flexível de 1,8 litro e, além dos itens de série do ELX, adicionava apenas revestimento interno em veludo, ajuste do temporizador do limpador do pára-brisa e controle remoto das travas. A maior parte do pacote de opcionais era igual à do ELX, mas exclusivas do HLX eram as opções de ar-condicionado automático, bolsas infláveis laterais e cortinas (essas, inéditas na categoria) e encostos de cabeça ativos nos bancos dianteiros (primazias entre os carros nacionais).

Por fim, a versão Sporting estava equipada com o mesmo motor 1,8-litro, fornecido pela General Motors, mas seu acabamento mais esportivo compreendia itens como rodas de alumínio de 16 pol com pneus de medida 195/55, faróis com máscaras pretas, saias laterais, defletor de teto, cintos de segurança na cor vermelha, tecido dos revestimentos diferentes, cobertura esportiva dos pedais e tapetes exclusivos. Entre os conteúdos de série, adicionava ao pacote do HLX bolsas frontais, ABS, CD/MP3, sistema Bluetooth e volante revestido em couro com comandos de áudio.

Em agosto de 2008 a Fiat aplicava à linha alterações sutis. Os vidros laterais traseiros passavam a ser mais escuros, com transparência de 35% em todas as versões; a terceira luz de freio vinha de série e o ELX ganhava iluminação interna do porta-malas. Mas o destaque da linha vinha em março de 2009: o Punto T-Jet. Equipado com um motor de 1,4 litro e 16 válvulas com turbocompressor de baixa inércia, o mesmo do Linea T-Jet, a versão trouxe de volta ao mercado nacional os esportivos de pequeno porte. Também retornava a tradição do pioneirismo da Fiat em versões esportivas com turbo, iniciada em 1994 com o Uno e o Tempra Turbo e seguida com o Marea Turbo em 1998.

Como diferenciais de estilo, o T-Jet apresentava para-choque dianteiro com tomadas de ar maiores, nova grade e defletor integrado; saias laterais, molduras nos para-lamas e rodas de 17 pol de desenho exclusivo com pneus de medida 205/50. Na traseira, exclusivo para-choque com formato que imitava um extrator de ar, escapamento com saída dupla, lanternas fumês e defletor em duas cores. Por dentro, a versão tinha parte do painel pintada na cor do carro, quadro de instrumentos exclusivo e computador de bordo que podia ser usado como manômetro digital do turbo. Continua

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Data de publicação: 7/6/11

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