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Ainda com jeito de zero-quilômetro, o Fiat Linea oferece espaço modesto,
mas vem bem-equipado e dispõe da versão T-Jet com alto desempenho

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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A versão Absolute, nas três fotos acima, vinha com câmbio Dualogic e muitos equipamentos; o motor 1,85-litro era o mesmo do Linea básico

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O acabamento LX trouxe menor preço, mas perdia freios antitravamento e rodas de alumínio; podia vir com o câmbio manual ou o automatizado

 
 

A Fiat foi pioneira no Brasil ao lançar o primeiro carro com motor de quatro válvulas por cilindro, seu então novo sedã médio, o Tempra. O modelo foi um sucesso, símbolo de status aliado a esportividade, em especial nas versões equipadas com motor turbo. Anos depois veio o Marea, o primeiro nacional com motor de cinco cilindros, que também ofereceu turbo e mantém admiradores até hoje.

Esses foram os únicos sedãs médios da marca até a chegada, em setembro de 2008, do Fiat Linea. Derivado do compacto Punto, o Linea limitou-se a herdar dele o para-brisa e as portas dianteiras, não necessitando recorrer a soluções de estilo discutíveis que evidenciariam adaptações. Ao contrário, o estilo bem proporcionado do Linea mostrou-se um dos atrativos do modelo.

Existia considerável diferença nas proporções entre os dois carros, a começar pelo entre-eixos, 9 cm maior no Linea. Bitolas e largura (45 mm maior) também cresceram para mostrar que o Linea estava numa categoria de dimensões diferente da de seu "irmão menor". Apesar disso, o espaço interno não era destaque, sendo um carro estreito para seu porte. No banco traseiro era difícil acomodar bem três adultos, mesmo magros, e a curvatura acentuada do teto resultava em pouco espaço para a cabeça.

No lançamento, o Linea foi oferecido em três versões. A básica era equipada com um motor flexível de 1,85 litro e quatro válvulas por cilindro, fabricado na Argentina, com potência de 130 cv com gasolina e 132 com álcool. Vinha com equipamentos de série com ar-condicionado, freios antitravamento (ABS), bolsas infláveis frontais, rádio/toca-CDs com MP3, vidros laterais laminados com transparência menor nos das portas traseiras (35% de transmissão luminosa), regulagem de altura e distância do volante revestido em couro, rodas de alumínio de 15 pol (incluindo o estepe), computador de bordo, configurador de funções, termômetro externo, faróis de neblina e vidros, travas e retrovisores com controle elétrico.

Os opcionais eram o sistema de comunicação e entretenimento Blue & Me (com interface Bluetooth para telefone celular, comando por voz e funções como leitura de mensagens SMS), revestimento dos bancos e painéis das portas em couro, bolsas infláveis laterais e de cortina, controlador de velocidade, rodas de 16 pol, acionamento automático dos faróis e dos limpadores do para-brisa e o câmbio automatizado Dualogic.

A versão intermediária Absolute possuía o mesmo motor da básica, mas só estava disponível com o câmbio automatizado. De série, adicionava ar-condicionado automático e seus dutos para os passageiros do banco traseiro, sistema Blue & Me, sensores de estacionamento traseiros, cortina para-sol no vidro posterior, apoio de braço central dianteiro com porta-objetos, luzes de leitura dianteiras, rodas de 16 pol e interior revestido em couro cinza ou bege. Os opcionais limitavam-se a sensores de faróis e de limpadores de para-brisa, retrovisor interno fotocrômico e bolsas infláveis laterais e de cortina.

Assim como o Punto, a linha Linea possuía uma versão que se considera um capítulo a parte: a T-Jet. Embora sem caracterização esportiva, esse topo da gama trazia de série todo o pacote da versão Absolute (exceto o revestimento em couro, que era opcional) e incluía rodas de 17 pol, com pneus de medida 205/50, e sistema de áudio de alta fidelidade, com subwoofer em caixa no porta-malas. Seus opcionais eram as bolsas infláveis laterais e de cortina, e o interior sempre vinha em tons de bege, tanto em tecido como em couro. A seção inferior do painel acompanhava o tom dos revestimentos. Continua

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Data de publicação: 13/9/11

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