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Praticidade a toda prova

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Com bom espaço interno e variedade de opções, a Idea inseriu
a Fiat com sucesso no concorrido segmento das minivans

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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Bom espaço para seu tamanho compacto e itens práticos, como a mesa atrás do banco, conquistaram adeptos para a Idea; acima a versão HLX

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O acabamento ELX era mais simples e vinha apenas com motor 1,4;
ar-condicionado, rádio/CD e bolsas infláveis eram opcionais em ambas

As peruas já tiveram muito sucesso no Brasil. Contudo, no fim da década de 1990, as minivans invadiram o mercado apresentando versatilidade, bom espaço interno e para bagagens. Em agosto de 2005, com certo atraso em relação a alguns concorrentes, a Fiat lançava no Brasil sua opção para esse segmento: a Idea.

No lançamento havia duas versões: a ELX com motor Fiat Fire de 1,4 litro e a HLX com motor de 1,8 litro da General Motors, ambos flexíveis em combustível. A primeira já vinha com direção assistida, computador de bordo, configurador de funções, regulagem de altura do banco do motorista e do volante, console no teto com porta-objetos, controle elétrico dos vidros dianteiros e das travas, comando interno de porta-malas e tanque de combustível, conta-giros e apoio de cabeça para todos os passageiros.

Já a HLX adicionava um computador de bordo mais completo, apoio de braço dianteiro, barras no teto, controle elétrico dos retrovisores, rodas de 15 pol e vidros laminados nas portas, inéditos no Brasil. Nenhuma das versões, porém, possuía de série ar-condicionado, rádio/CD/MP3, teto solar Skydome, sensor de estacionamento, faróis e limpadores automáticos, freios com sistema antitravamento (ABS), faróis de neblina e rodas de alumínio — todos esses itens eram opcionais. Além desses, bolsas infláveis frontais e laterais e revestimento interno em couro oferecidos na HLX.

As dimensões externas reduzidas, 3,93 metros de comprimento e 2,51 m de entre-eixos, faziam o espaço interno surpreender. Bem planejado, o habitáculo acomodava quatro adultos e uma criança, com bom espaço para as pernas. O banco traseiro bipartido, quando rebatido, ampliava o porta-malas de 380 litros para 1,500 litros, podendo-se ainda rebater o encosto do passageiro dianteiro para cargas longas, liberando um vão de 2,3 metros de comprimento. No porta-objetos do teto, um espelho convexo retrátil permitia monitorar o banco traseiro, muito útil quando se transportam crianças. O teto solar opcional Skydome tinha 70% da área do teto envidraçada e a porção dianteira podia deslizar ou se inclinar, com comando elétrico, função um-toque e sensor antiesmagamento.

Em setembro de 2006 foi lançada a Idea Adventure, inexistente na Itália. A versão contava com suspensão elevada em 52 mm, apliques plásticos nos para-lamas e parte inferior das portas, novos para-choques sem pintura, instalação do estepe em um suporte móvel junto à tampa do porta-malas, faróis de neblina e de longo alcance, indicadores de direção nos retrovisores, barras do teto redesenhadas, acabamento interno diferenciado, pneus de uso misto de medida 205/70 R15 (responsáveis por metade da elevação da suspensão) e painel dotado de bússola e clinômetros transversal e longitudinal.

Nessa versão, que custava 10% a mais que a HLX, havia de série rádio/CD/MP3, vidros laterais laminados, para-brisa com faixa degradê e ar-condicionado (este havia passado a ser de série na HLX). A Adventure possuía como única opção de motor o 1,8-litro. Em junho de 2008 a versão passou a contar com o bloqueio de diferencial Locker. Em julho de 2009 a ELX passava a ser oferecida também com o motor 1,8, mas a maior novidade do ano ocorreu apenas na Adventure Locker: a opção pelo câmbio automatizado Dualogic, que mantinha as cinco marchas e permitia mudanças manuais ou automáticas.

Depois de cinco anos sem grandes alterações, em agosto de 2010 a Fiat fazia a primeira ampla remodelação na Idea. Foram modificados faróis, lanternas traseiras (as primeiras em um carro nacional com leds), para-choques, grade, capô e tampa do porta-malas. Na Adventure, os apliques de plástico das laterais foram refeitos e a grade cromada recebeu gravação do nome da versão. O interior teve poucas alterações, como volante e ventilador do ar-condicionado.

As versões passaram a ter nome próprio. A Attractive manteve o motor 1,4-litro da antiga ELX. A Essence veio substituir a HLX 1,8 e adotava o novo motor E-Torq 1,6-litro de 16 válvulas, com câmbio manual ou Dualogic. Também com ambas as opções de câmbios, as versões Adventure e Sporting — esta inédita — eram oferecidas apenas com o novo motor 1,75-litro E-Torq. Na Adventure, o bloqueio de diferencial passou a ser opcional. Continua

 

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Data de publicação: 15/3/11

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