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Bonito, bem-equipado e barato

Dono de belas linhas e de um pacote de equipamentos
interessante, o Fiat Brava é boa opção no segmento médio

Texto: Alberto Polo Jr. - Edição: Fabrício Samahá - Fotos: Renato Araújo

Existem carros que saem de cena antes do que se espera, mas acabam reconhecidos pelo mercado como boas opções de compra. É o caso do Fiat Brava. Com um desenho que provoca suspiros até hoje e pacote de equipamentos bastante completo — praticamente todas as versões à venda trazem ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas com acionamento elétrico —, o anúncio do fim de sua produção baixou o preço dos usados. Hoje, é possível encontrar um com preço partindo dos R$ 18.000.

O Brava desembarcou no Brasil em 1999 como sucessor do Tipo, que vendeu muito bem por aqui entre 1994 e 1997. Com a bela dianteira semelhante à do Marea e traseira curta e arredondada, com lanternas divididas em três filetes, sempre foi um concorrente de peso para o Astra e o Golf.

As versões oferecidas em seu lançamento eram a SX, equipada com direção assistida, pretensionadores dos cintos dianteiros (mesmo sem bolsas infláveis, o que é raro), volante regulável em altura, ajuste elétrico dos faróis e travas elétricas, e ELX, com a adição de ar-condicionado com controle automático de temperatura, vidros elétricos, rádio/toca-fitas (CDs a partir de 2001), imobilizador e comando interno do porta-malas. Ambas contavam com o motor 1,6 16V do Palio, de 99 cv de potência e 14,8 m.kgf de torque. Pouco após o lançamento esses números subiam para 106 cv e 15,4 m.kgf.

Em 2000 estreava o Brava HGT, a versão esportiva do médio-pequeno. Sua principal atração estava sob o capô: o motor 1,75 16V de 127 cv (mais tarde 132) e 16,7 m.kgf, com variador de fase, que equipa o Marea SX até hoje. A esportividade era realçada com um discreto spoiler traseiro e rodas de 15 pol com pneus 195/55. Por dentro, ar-condicionado, direção assistida e bancos com revestimento semelhante ao do Marea Turbo.

Para 2002 o Brava ELX adotava rodas de 15 pol (opcionais) e o HGT recebia mostradores com fundo claro. O motor 1,6 era substituído pelo Corsa Lunga, com curso de pistões mais longo, o que melhorou o torque em baixas rotações. O Brava conviveu com o Stilo por algum tempo em 2003, sempre com vendas baixas, até ter sua produção encerrada — e deixar muitos admiradores. Continua



Mesmo na versão SX o Brava vem bem-equipado, com direção assistida, cintos com pretensionadores e, em muitos casos, ar-condicionado automático. O interior é agradável e espaçoso e o motor 1,6 de 106 cv dá conta do recado, embora o utilizado até 2001 não agrade em baixas rotações

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Data de publicação: 17/1/04

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