Em
1997, a Organização
Mundial de Saúde (OMS) já
classificava o aumento do sobrepeso
e da obesidade como epidemia. Em muitos
países, mais da metade da população
apresenta algum grau de excesso de
peso. A epidemia é global,
atingindo não somente países
desenvolvidos, mas também os
que estão em desenvolvimento.
Nos Estados Unidos, onde a situação
é mais grave, 61% da população
com idade superior a 25 anos apresentam
excesso de peso. No Brasil, dados
da Pesquisa Nacional de Saúde
e Nutrição |
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(PNSN) de 1989 mostravam que 32% dos brasileiros
acima de 18 anos estavam com excesso de
peso.
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“A
obesidade é uma doença
que envolve diversos fatores,
como a genética. Mas,
a mudança de estilo
de vida que ocorreu nas últimas
décadas é o
maior deles” |
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Ações
e esforços para se combater
o sobrepeso e a obesidade estão
sendo realizados. Doenças
antes somente diagnosticadas em
adultos, como a diabetes tipo 2
e dislipidemias, já são
encontradas em crianças.
Em algumas escolas, os lanches oferecidos
estão sendo questionados.
Guloseimas altamente calóricas
estão sendo retiradas das
cantinas. |
A American Obesity Association (AOA) relata
o impacto da sociedade moderna no aumento
da inatividade física que, aliada
ao aumento da oferta de alimentos altamente
calóricos, faz crescer os números
do excesso de peso. Entre as características
observadas pela AOA estão:
- Transporte: aumento da
utilização de carro para percorrer
pequenas distâncias, diminuindo a
caminhada;
- Em casa: utilização
de máquinas de lavar, consumo de
alimentos pré-prontos de alta quantidade
calórica e passar muito tempo assistindo
televisão, utilizando o computador
ou vídeo game. Isso acarreta em diminuição
de trabalhos manuais, elevando o consumo
de alimentos calóricos e o tempo
livre é utilizado com atividades
sedentárias;
- No trabalho: aumento
de atividades que estimulam o sedentarismo,
através do aumento da informatização.
Diminuição de trabalhos que
demandam atividade física;
- Lugares públicos:
utilização de elevadores,
escadas e portas automáticas, diminuindo
a atividade física cotidiana.
Dados são impessoais. A atitude correta
de cada pessoa, buscando melhor qualidade
de vida, onde a boa alimentação
e o aumento da atividade física estão
incluídos, faz com que haja a redução
da linha de crescimento do excesso de peso
entre a população.
Isso significa aumento da produtividade,
diminuição de gastos com a
saúde para tratar doenças
associadas à obesidade, melhor qualidade
de vida.
O que fazer então? Mudar. Cada escolha
alimentar é um passo dado para uma
alimentação saudável.
A simples decisão de sair para caminhar
ao invés de ficar na frente da televisão
é outro passo para aumentar a atividade
física.
Simples escolhas como, ingerir diariamente
frutas, verduras e legumes, evitando frituras
ou sanduíches; aumentar a ingestão
de água e evitar ingerir doces todos
os dias irão contribuir para a diminuição
de peso ou evitarão o ganho excessivo
dele.
Assim, todos estarão contribuindo
para que estatísticas que assombram
estudiosos e governos possam ser reduzidas.
E sua saúde vai agradecer!
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