Grande, mas não no preço

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Sete lugares, muito conforto e alto conteúdo por R$ 90 mil é o que
propõe o Fiat Freemont, analisado pela equipe por 30 dias

Texto e fotos: Roberto Agresti

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Mais 1.100 km foram adicionados ao currículo do Freemont, viagem na qual transmitiu segurança e muito conforto com um consumo moderado

 
 
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Inês Agresti fez ressalvas a alguns detalhes internos, mas no conjunto ficou muito satisfeita com o Fiat, assim como os outros oito motoristas

Atualização final - 22/2/12

O encerramento da avaliação Um Mês ao Volante  do Fiat Freemont coube a mãos femininas, as da colaboradora Inês Agresti, sempre atenta aos detalhes e muito interessada em carros — em especial na relação custo-benefício que eles oferecem.

Inês rodou mais de 1.100 quilômetros, viajando ida e volta da capital paulista a Araçatuba, no noroeste do estado, com apenas um acompanhante e pouca bagagem. Tal configuração valeu-lhe o mérito de ter batido o recorde de consumo mínimo do grande Fiat: 11,6 km/l no trecho da ida, no qual jamais superou o limite de velocidade e usou o ar-condicionado apenas nos últimos 200 km. O trajeto de mais de 500 km foi cumprido com duas paradas em pouco menos de sete horas.

Tamanho tempo foi suficiente para Inês, segundo as próprias palavras, "se achar" ao volante do Freemont. Disse ela: "Não estou habituada a dirigir carros tão grandes, apesar de ter aprendido em um Ford Galaxie. Demorei um pouco para relaxar, assim como para encontrar uma boa posição ao volante. As muitas regulagens me fizeram ficar tateando até conseguir o ajuste correto. Depois disso, só satisfação. Na minha memória, poucos carros que dirigi me ofereceram tanto conforto. Seja por conta do posicionamento ou do baixíssimo nível de ruído, viajar com o Freemont foi como estar na primeira classe de um voo internacional".

A motorista ressaltou aspectos de dirigibilidade que para ela foram uma surpresa, tais como a direção, considerada macia e ao mesmo tempo segura em velocidades de rodovia. Aliás, a sensação de segurança para Inês é um dos destaques do Freemont.

"Recentemente passei uns dias com uma picape de cabine dupla, das grandes. Um carro bem moderno, dotado de muita tecnologia, mas que não transmitia a sensação de segurança oferecida pelo Freemont. Na rodovia Castello Branco, senti que poderia mudar de faixa de forma até bastante brusca sem que isso constituísse um problema. Já com a picape, tal manobra devia ser feita com muito mais atenção. Outro item que me agradou foram os freios, incluindo o freio de estacionamento que se aciona com o pé esquerdo. Certamente para mulheres esse sistema é melhor, pois exige menos força do que a tradicional alavanca entre bancos, que além disso estraga unhas...", ela observou.

O olho feminino da colaboradora também não deixou escapar os aspectos práticos do Freemont, tais quais o grande número de porta-objetos (o compartimento sob o assento do banco passageiro foi elogiado), as três zonas de ajuste do ar-condicionado e a possibilidade de elevar dois lugares do banco intermediário para receber crianças, desobrigando ao uso do assento de elevação.

"Não tenho mais filhos pequenos, mas esse carro seria perfeito para uma mãe, tanto pela praticidade desses assentos como pela terceira fileira. Experimentei fazer uma lotação máxima e os dois adolescentes escalados para o terceiro banco acharam o conforto mais do que razoável. O acesso também é bom, por conta da segunda fila de bancos correr e pelas portas, que são grandes e abrem bastante. E, falando em acesso, o Freemont apesar de grande não é um carro alto, não precisa ser 'escalado', mesmo por quem não tem uma estatura elevada ou por pessoas com mobilidade reduzida, e isso é um aspecto excelente desse projeto", ponderou Inês.

Abrir o carro sem necessidade de apertar botões foi outro ponto destacado por ela: "Ideal para quando estamos com mãos ocupadas por sacolas e pacotes. Gostei daquela rede no porta-malas. Tive que carregar um vaso de flores e o abrigo foi ideal. O compartimento em si também é ótimo por ter o piso plano. Acho-o razoável em termos de tamanho, compatível com o carro, mesmo se os bancos da terceira fila roubem espaço. Todavia, há um grande incômodo no Freemont: aquela chavinha que precisa ser desencaixada do comando das portas para abertura da tampa do tanque de combustível". Um item que a Fiat precisa rever, e logo.

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Data de publicação: 22/2/12

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