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Reputação imaculada

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Dono de imagem sólida no mercado, o Toyota Corolla é boa opção,
mas custos de compra e de manutenção podem ser obstáculos

Texto: Luiz Fernando Wernz - Fotos: divulgação

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Uma das versões mais vendidas do Corolla é a XEi automática, que traz alto conteúdo de conforto e segurança e, desde 2010, motor de 2,0 litros

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Rodas de aço identificam o básico XLi, que chegou a ter uma opção de 1,6 litro a gasolina para deficientes, mas em geral usa o 1,8-litro flexível

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Faróis de xenônio, disqueteira no sistema de áudio, câmbio automático e apliques como madeira eram itens de série do topo de linha, o SE-G

Fabricado no Brasil desde 1998, o Corolla está em sua décima geração em termos globais e a terceira produzida aqui. Ele nasceu bem menor, no Japão, na década de 1960, e passou por uma história muito semelhante à do veículo que se tornou seu arqui-rival nos segmentos de que fez parte ao longo desses anos, o Honda Civic.  No Brasil não foi diferente. O Civic começou a ser fabricado por aqui pouco antes e todas as evoluções sofridas visavam a atingir diretamente o Corolla — e vice-versa —, em um combate de forças que segue até hoje. É uma verdadeira rixa entre carros que atingem um público-alvo semelhante, mas não idêntico.

Hoje, o Corolla atende a um público um pouco mais maduro, que preza mais pelo conforto em detrimento da esportividade. Que prefere espaço interno ao estilo e, sobretudo, a discrição no lugar de ser o centro das atenções. De resto, o Corolla entrega a seus proprietários tudo aquilo que o Civic — primeiro carro avaliado na nova fase do Guia de Compra — oferece: robustez, confiabilidade mecânica, baixa desvalorização e qualidade, associados a um pacote de conveniência mais completo. Tudo isso faz dele o líder de vendas em sua categoria.

Lançada em abril de 2008, a geração atual do sedã de origem nipônica não inovou na parte mecânica, mas todo o resto do carro era novo. O Corolla foi oferecido inicialmente em três versões e com duas motorizações.

O XLi era o básico e o único oferecido com o motor de 1,6 litro e quatro válvulas por cilindro, a gasolina. Com potência de 110 cv e sempre associado ao câmbio automático de quatro marchas, era destinado a portadores de necessidades especiais. Na configuração normal, possuía motor flexível de 1,8 litro, também de quatro válvulas por cilindro e com variador de tempo de válvulas, que fornecia 132/136 cv (com gasolina e álcool, na ordem). Essa versão era oferecida com câmbio manual de cinco marchas com opção pelo automático.

Apesar de ser a opção de entrada, o Corolla XLi já vinha bem-equipado. De série, oferecia bolsas infláveis frontais, direção com assistência elétrica, ar-condicionado, controle elétrico das travas, retrovisores e vidros (sendo a função um-toque exclusiva para o do motorista), computador de bordo, regulagem de altura do banco do motorista, para-brisa degradê, banco traseiro rebatível, regulagem do volante em altura e distância, rodas de aço de 15 pol e rádio/toca-CDs com leitor de MP3 e WMA.

A versão intermediária, XEi, era equipada com o motor de 1,8 litro e câmbio manual ou automático. De série, além do pacote do XLi, oferecia freios antitravamento (ABS) com distribuição eletrônica entre os eixos, bolsas infláveis laterais dianteiras, faróis de neblina, rodas de alumínio de 16 pol, função um-toque para todos os vidros, ar-condicionado automático, apoios de cabeça e cintos retráteis de três pontos para os cinco ocupantes, painel com iluminação Optitron, controles do computador de bordo e do sistema de áudio no volante, sensor para acendimento dos faróis, fechamento dos vidros a distância, banco traseiro bipartido, luzes de leitura dianteiras e traseiras e comando na chave para o porta-malas. Os opcionais eram revestimento interno em couro e controlador de velocidade.

Já o Corolla SE-G, o topo de linha, oferecia, além do pacote do XEi, faróis de xenônio com lavadores, interior revestido em couro (podendo-se optar pelo tom bege), espelhos dos para-sóis com iluminação, disqueteira para seis discos integrada ao painel, regulagem da altura do banco do motorista com comando elétrico, limpador de para-brisa automático, rodas com desenho diferenciado, apliques no interior simulando madeira e sensores de estacionamento. O câmbio automático era padrão.

Nessa geração, o Corolla cresceu em todos os sentidos, exceto no entre-eixos. A largura ficou 5,5 cm maior (resultando em 2 cm a mais de espaço para os ombros dos ocupantes), o comprimento total foi aumentado em 1 cm e o porta-malas passou de 437 para 470 litros de capacidade, mas ainda não foram adotadas dobradiças pantográficas, mantendo-se o tipo "pescoço de ganso".

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Data de publicação: 25/10/11

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