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Um canguru na garagem

O Omega V6 importado da Austrália pode ser a escolha ideal para
quem busca um sedã grande e confortável a partir de R$ 41 mil

Texto: Alberto Polo Jr. - Fotos: Renato Araújo e divulgação

Já pensou em um sedã grande com boa dose de conforto e status de carro de luxo? E se o seu preço começar em R$ 41 mil – similar ao de um carro médio novo – e houver um rede de mais de 500 concessionários para atendê-lo? Estamos falando do Chevrolet Omega importado, que substituiu o nacional em 1998. O modelo dispõe de oferta razoável no mercado de usados, onde é bem visto.

Lançado no Brasil em 1992, o Omega fez história, mas sua produção não durou mais do que seis anos. Para seu lugar, o fabricante escolheu o Holden Commodore. O sedã produzido pela subsidiária australiana da GM utiliza até hoje a plataforma da segunda geração do Omega alemão, já descontinuado na Europa. Por aqui, chegou em outubro de 1998 com a gravata da Chevrolet e versão única CD. O pacote de acessórios era completo e incluía ar-condicionado, direção assistida, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, bolsas infláveis frontais, computador de bordo e rádio/toca-CDs entre outros.

Os únicos opcionais eram disqueteira para 10 discos no amplo porta-malas (475 litros) e bancos revestidos de couro. O motor do Omega era um V6 de 3,8 litros e 200 cv de potência, com força passada às rodas traseiras por uma caixa automática de quatro marchas. O modelo 2000 ganhava bolsas infláveis laterais e rodas redesenhadas.

Em maio de 2001, o Omega passava por uma leve reestilização. Recebia novos faróis com lente de policarbonato, grade única (antes dividida em duas) e pára-choques redesenhados. Na traseira, a lanterna inteiriça era dividida em duas. Mudanças também na parte mecânica: controle de tração e direção com assistência variável Variotronic (aumenta o peso conforme a velocidade).

Mais uma plástica era aplicada pela GM exatos dois anos depois, quando o Omega passou a corresponder ao Holden Calais. Suas linhas ganharam traços angulosos, em harmonia com os modelos GM de então. Faróis, pára-choques, lanternas, pára-lamas, capô e tampa do porta-malas foram revistos. O interior recebeu novos mostradores e acabamento prateado no console, difusores de ar e raios do volante. A disqueteira perdia quatro discos e passava do porta-malas para o painel. Na suspensão, pequena recalibração e altura de rodagem 10 mm maior. Continua

O modelo 1999, o primeiro a chegar, já oferecia muito espaço, conforto e o desempenho do motor de 200 cv

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Data de publicação: 23/4/05

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