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Um ano depois o Classic deixava o mercado e as versões mudavam para GL e GLS. A primeira podia receber os dois motores, enquanto a GLS vinha apenas com o 2,0, rodas de alumínio e pára-choques na cor da carroceria. O GLS 1995 tinha quatro portas como padrão e, em 1996, ano da chegada da segunda geração do Vectra, apenas a versão GL permanecia. Terminou seus dias com quatro portas e motor 2,0.

O Monza teve numerosas séries especiais. Depois da 500 EF, contou com a Barcelona, de 1992, em homenagem às Olimpíadas na cidade espanhola, na cor prata. Em 1993 foi a vez da 650, comemorativa às 650 mil unidades produzidas, e da Class, de cor cinza. Um ano depois estrearam mais duas: a Hi-Tech, com painel digital e freios ABS, e Club, homenagem à Copa do Mundo dos EUA.

"O carro é fantástico"   O Monza se destaca, entre os leitores participantes do Teste do Leitor do BCWS, pela robustez, confiabilidade, durabilidade, manutenção barata e fácil, conforto e custo-benefício.

"O motor é indestrutível. O carro não tem problema algum e é excepcional. A mecânica é simples e o sistema de injeção Bosch analógico é o melhor que já existiu, fácil de operar e extremamente eficaz. As peças são baratas, os itens de série no GLS equivalem aos de carros importados bons, o motor agüenta pé embaixo sem problemas. Sem contar no acabamento GLS que é muito bom. O carro é fantástico!", elogia Jorge Mourão, morador de Brasília, DF e proprietário de um Monza GLS 2,0 1995.

Andre Vitor B. K. Borba, dono de um SL 1,8 1992 em Florianópolis, SC, enumera: "Porta-malas, o espaço interno, o conforto (maior que o do Vectra inclusive), excelente custo-benefício, qualidade das peças e robustez, baixa manutenção e baixo custo de reposição. Um dos melhores carros já produzidos no Brasil (em todos os sentidos)".

"Este já é meu terceiro Monza em quatro anos e não me arrependo de ter um, pelo contrário, recomendo muito. Seu motor responde com precisão, a suspensão é macia. Os detalhes do acabamento e o conforto dos bancos são um show à parte. O porta-malas é extremamente amplo. O conjunto de acessórios é perfeito e agrada aos mais exigentes", recomenda Eduardo Alexander Fedozzi, de São Caetano do Sul, SP, proprietário de um GLS 2,0 1994. Continua

Conta-giros, rodas de alumínio, interior mais luxuoso, motor 2,0 de 110 cv: vantagens da versão GLS, que em 1994 substituiu a antiga SL/E

Custos de manutenção
_ Concessionária Mercado paralelo
Discos de freio (par) R$ 100 R$ 60
Pastilhas de freio diant. (jogo) R$ 65 R$ 15
Amortecedores (jogo de 4) R$ 450 R$ 220
Pneus (Goodyear 185/70-13 - cada) R$ 160
Pára-lama dianteiro (cada) R$ 220 R$ 120
Pára-choque dianteiro R$ 400 R$ 160
Farol (cada) R$ 310 R$ 255
Mão-de-obra (hora) R$ 90 -
Preços médios médios para Monza GL 2,0 EFI 1996, obtidos em pesquisa na segunda quinzena de agosto; não envolvem instalação e pintura quando cabível

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