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Usado com cara de zero

Com três anos de mercado e sem mudanças desde então,
o novo Corsa é opção interessante entre os pequenos

Texto: Alberto Polo Jr. - Fotos: Renato Araújo

A segunda geração do Corsa brasileiro é um carro interessante para quem faz questão de estilo atual, porém não quer gastar muito dinheiro para a compra de um carro zero-quilômetro. Com três anos de mercado e nenhuma alteração de estilo no período, já dispõe de oferta interessante na lojas de carros usados e tem preço começando em R$ 23.000.

O modelo chegou ao mercado brasileiro em março de 2002 — quase dois anos após a versão alemã — e foi o primeiro na "nova leva" de compactos, que continuou com o Fiesta e o Polo. O Corsa "tupiniquim" trouxe alterações de estilo que o aproximavam do Astra, como faróis, capô, grade e pára-choques diferentes. Na traseira, as lanternas nas colunas foram mantidas. A versão sedã, exclusiva para mercados emergentes, seguia as alterações do hatch.

O novo Corsa chegava sem versões de acabamento. Pacotes de equipamentos vinculados eram oferecidos para os dois motores. O menor era o 1,0-litro, que trazia como novidade uma alta taxa de compressão, digna de carro a álcool, e potência de 71 cv. O outro propulsor era o 1,8 — o antigo 1,6 crescido —, rendendo 102 cv. O hatch levava 260 litros de bagagem, enquanto no Sedan cabiam 432 litros.

Os equipamentos de série eram poucos. O 1,0 saía de fábrica apenas com conta-giros, imobilizador eletrônico, barras de proteção laterais, encostos de cabeça e cintos de três pontos para dois ocupantes do banco traseiro. No 1,8 adicionavam-se direção assistida, rodas de 14 pol, aquecimento, desembaçador traseiro, banco traseiro bipartido e preparação para áudio. Os opcionais incluíam de ar-condicionado e conjunto elétrico a teto solar, bolsas infláveis frontais, freios antitravamento (ABS) e embreagem automática (para o 1,0).

No entanto, meses depois a linha já era simplificada, perdendo alguns itens de série (direção assistida, aquecimento, banco traseiro bipartido) e excluindo o teto solar dos opcionais. Uma novidade chegava em meados de 2003: o sistema flexível em combustível, batizado Flexpower pela GM, para o motor 1,8. Com a tecnologia, a potência subiu para 105 cv com gasolina e 109 cv com álcool.

A linha 2005 deu fim aos malfadados pacotes de opcionais. O Corsa passou a vir nas versões Joy, Maxx e Premium, na ordem da mais barata para a mais cara. A mais simples manteve os equipamentos dos 1,0 e 1,8 básicos. A intermediária passou a somar vidros verdes, limpador (hatch) e desembaçador do vidro traseiro e rodas de 14 pol. A de topo incluiu ar-condicionado, direção assistida, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, alarme, rodas de alumínio e faróis de neblina (os dois últimos somente para o 1,8). Continua

O novo Corsa não teve versões de acabamento até 2004, mas o motor 1,0-litro, de desempenho modesto, vinha acompanhado de menos equipamentos de série

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Data de publicação: 21/5/05

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