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Apresentação

A Picasso ficou bonita

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Agora derivada do C4, a minivan da Citroën ganha estilo
menos controvertido, sete lugares e recursos inovadores

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação

Agradar a diferentes gostos nunca pareceu uma prioridade da Citroën. Seus carros têm por tradição ser modernos e ousados, mas quase sempre dividem opiniões quanto ao estilo. Isso começa a mudar com a minivan C4 Picasso, que chega no Salão de Paris (em setembro) e, a nosso ver, deve atender a gregos e troianos.

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Sete anos depois de sua primeira minivan deste porte, a Xsara Picasso, a marca francesa aposta em linhas atuais, mas que abrem mão da originalidade. Mesmo com as formas criativas dos faróis, lanternas traseiras, vidros laterais dianteiros e dos pára-lamas abaulados, será possível confundir a C4 com algumas concorrentes à primeira vista. Destaque é o pára-brisa que se prolonga até acima dos bancos dianteiros, sem interrupção, como no Opel Astra GTC. A Citroën chama atenção para as colunas mais estreitas (as da atual são um ponto crítico) e oferece ainda um amplo teto solar. A C4 está maior que a Xsara, com 4,59 metros de comprimento, 1,83 m de largura e 1,66 m de altura.

O interior continua ousado, com o painel de instrumentos em posição central, e adota um volante com o cubo fixo como o do C4 hatch. Novidade são os sete lugares, como já havia na Renault Scénic de segunda geração e nas duas da Opel Zafira. Na Picasso todos sentam-se em bancos individuais, sendo que os da segunda e da terceira fila podem ser rebatidos (em vez de retirados), formando um piso plano. Para fácil acesso aos traseiros, um único comando faz o assento de um banco da segunda fila dobrar-se contra o encosto e o conjunto mover-se à frente.

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Quando dotada do novo câmbio manual automatizado de seis marchas, a C4 Picasso não tem alavanca no console: os comandos de troca ficam na coluna de direção. O freio de estacionamento elétrico está no painel e, em suas extremidades, vêm os controles de ar-condicionado, que possui ajustes separados para quatro áreas e um aparelho adicional para os bancos de trás. A capacidade de bagagem, de 576 litros com cinco lugares em uso, passa a 1.951 l com os bancos centrais rebatidos.

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Recursos de tecnologia incluem medição eletrônica do espaço para estacionar (o que orienta a escolha de uma vaga adequada) e toca-DVDs com monitores nos encostos de cabeça dianteiros. A suspensão traseira usa molas a ar para um rodar suave. Três motores serão oferecidos:  2,0-litros a gasolina de 143 cv e turbodiesel de 110 e 138 cv. A Citroën afirma que o modelo atual permanecerá em linha "por muitos anos" mesmo na Europa, mas é natural que o novo assuma seu lugar em algum tempo.

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Data de publicação: 3/8/06

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