Deixe o sol entrar

Clique para ampliar a imagem

Para-brisa que se estende pelo teto é o destaque da segunda
geração do Citroën C3, longos oito anos depois da primeira

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
Clique para ampliar a imagem

Clique para ampliar a imagem

Clique para ampliar a imagem

Quase oito anos desde sua apresentação no Salão de Frankfurt de 2001, um longo ciclo de vida para os padrões atuais, é quanto durou a primeira geração do Citroën C3 no mercado europeu. A marca francesa acaba de apresentar seu sucessor (com vendas a partir de novembro, lá), que mantém a designação e certa identidade visual, mas não esconde a intenção de se parecer com os modelos maiores da empresa.

A Citroën não se preocupou em fazer o C3 crescer muito: com 3,94 metros de comprimento, ele supera o antigo em apenas 9 cm e continua um dos mais curtos da categoria. A maior semelhança estética com o modelo original está na forma curvilínea que vai da base do para-brisa até a traseira. Já a grade dianteira se torna uma grande tomada de ar em forma de trapézio, como no C4 francês, e os faróis avançam mais pelas laterais. Também são passado as lanternas traseiras triangulares: as novas lembram as da C4 Picasso em sua forma irregular e criativa.

O maior destaque é o para-brisa chamado de Zenith (zênite, que em astronomia é o ponto superior da esfera celeste), que se estende sobre o teto por 80 graus a mais que o habitual, sem interrupção do vidro. A ideia, também nascida nas minivans C4, foi aprimorada no C3 por um vidro especial com proteção contra os raios solares apenas na parte sobre os ocupantes, sem o que o interior se tornaria uma estufa. O Cx está ainda melhor, 0,30 em vez de 0,31.

O interior está mais refinado e, embora lembre o do antigo nas formas dos bancos, adota painel de aspecto bem diferente e mais convencional, com velocímetro analógico, enquanto o volante já não tenta simular um único raio como no C3 original. Os difusores de ar deixam de ser circulares para abrir espaço na parte central ao amplo mostrador multifunção, que serve para ajustes de áudio e navegação, entre outros. A capacidade de bagagem mudou pouco, de 305 para 300 litros.

A Citroën ainda não informou sobre os motores disponíveis, mas revela que uma versão turbodiesel de 90 cv estará apta a emitir apenas 99 gramas de CO2 por km. Em 2011 chegam novos propulsores, com a segunda geração do sistema de parada e partida automáticas e caixas automatizadas de cinco e seis marchas, para baixar tais emissões a 90 g/km. E logo haverá uma linha de motores de três cilindros com o mesmo objetivo: reduzir consumo e emissões para atender às novas exigências legais.

Clique para ampliar a imagem Clique para ampliar a imagem
Clique para ampliar a imagem Clique para ampliar a imagem
Mais atrações do Salão de Frankfurt

Página principal - Escreva-nos - Envie por e-mail

Data de publicação: 29/6/09

© Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados - Política de privacidade