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Menos controverso no estilo, novo BMW Z4 adota motor biturbo,
câmbio manual automatizado e capota rígida escamoteável

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
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Quando o BMW Z4 foi lançado para substituir o Z3, em 2002, surpreendeu pelas formas ousadas com forte contraste entre curvas, arestas e concavidades, marca do padrão de desenho proposto pelo americano Chris Bangle. Agora chega a segunda geração do roadster e, como em outros modelos da marca de Munique, a opção foi por um estilo mais harmonioso, que deve chocar menos e agradar mais sem deixar de ter identidade própria.

As dimensões do Z4 aumentaram bastante, como 148 mm em comprimento e 9 mm em largura. Ele é também o primeiro roadster da BMW a aderir à tendência de capota rígida escamoteável, que um sistema eletroidráulico abre ou fecha em apenas 20 segundos. Quando guardado no porta-malas, o teto reduz sua capacidade de 310 para 180 litros. Além das vantagens evidentes de segurança e proteção contra intempéries, há outras como o aumento de 52% na área de visibilidade traseira. E sua aparência, como mostram as fotos, permanece muito elegante com a capota fechada.

Três motores de seis cilindros em linha equipam o novo roadster. A versão sDrive 23i (o padrão de designação remete ao do X6, mas com "S" de Sport em vez do "X" alusivo a tração integral) tem cilindrada de 2,5 litros, potência de 204 cv e torque de 25,5 m.kgf, para acelerar de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos (7,3 s com caixa automática) e alcançar 242 km/h (238 km/h). A sDrive 30i passa ao motor de 3,0 litros, em configuração que rende 258 cv e 31,6 m.kgf, para 0-100 em 5,8 s (6,1 s no automático) e máxima de 250 km/h, limite eletrônico.

O topo de linha é o conhecido 3,0-litros com dois turbocompressores e injeção direta da versão sDrive 35i, que fornece 306 cv e 40,8 m.kgf, faz acelerar de 0 a 100 em 5,2 s (5,1 s se dotado do novo câmbio manual automatizado de sete marchas e duas embreagens) e também leva o carro a 250 km/h. Com exceção do automatizado, os câmbios têm seis marchas, tanto o manual das três versões quanto o automático do 23i e do 30i. E, nem seria preciso dizer, a tração é traseira.

A suspensão traz como novidade o sistema adaptativo M, de Motorsport, a divisão esportiva da marca. Os amortecedores contam com controle eletrônico, em três posições de ajuste, e a altura de rodagem é 10 mm menor quando o sistema está presente. Para redução de peso, boa parte da suspensão dianteira e do subchassi é feita de alumínio, e os freios contam com sistema regenerativo para obter recarga da bateria com a energia das freadas. De série nas três opções é o Drive Dynamic Control, controle dinâmico de direção que habilita ao motorista escolher o modo de operação do acelerador, da assistência elétrica de direção, do amortecimento da suspensão, do controle de estabilidade e das mudanças de marcha, no caso das caixas automática e automatizada.

Como o Z4 anterior ou mesmo o Z3, o novo terá mais tarde uma versão de alto desempenho da série M. Resta saber se haverá (pela primeira vez na série) uma opção com motor V8, como no atual M3, ou se a BMW vai aderir à tendência de redução de cilindrada e retrabalhar o seis-em-linha biturbo para obter algo em torno de 400 cv.

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Data de publicação: 15/12/08

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