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Apresentação

A BMW acertou a mão

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Depois de vários modelos polêmicos a marca bávara revela
o novo X5, com estilo muito atraente e inovações técnicas

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação

Nos últimos anos, os admiradores da BMW dividiam-se entre os que adoram e os que odeiam Chris Bangle, o projetista americano responsável pelos últimos desenhos da marca. Depois de criar um Série 3 até discreto demais na tentativa de amenizar a polêmica sobre suas tendências de estilo, o fabricante bávaro revela agora a segunda geração do utilitário esporte X5, a ser mostrada no Salão de Paris. E, em nossa opinião, acerta em cheio.

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Sem perder a identidade com o atual, lançado em 1999, a BMW conseguiu evoluir o desenho do X5 mantendo-o harmonioso. Bem mais amplo (cresceu 19 cm em comprimento e 6 cm em largura), ele passa a oferecer sete lugares como opção. Os dois bancos adicionais podem ser embutidos no assoalho quando fora de uso e, mesmo no lugar, restam 200 litros de espaço para bagagem. Com cinco lugares são 620 l, e com dois, 1.750 l.

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O também polêmico sistema iDrive, que reúne diversas funções em um só comando no console, chega ao X5. Primazias em um utilitário esporte são o mostrador projetado no pára-brisa (velocidade, navegação e alertas sobre problemas) e os pneus que podem rodar mesmo vazios (em rodas de 18 pol de série, com opção por 19 e 20 pol). Também opcional é a câmera traseira para orientar manobras.

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Três versões compõem a linha inicial. O 3.0si tem o novo motor a gasolina de seis cilindros em linha e 3,0 litros, com Valvetronic, potência de 272 cv e torque 32,1 m.kgf, para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atingir a máxima de 225 km/h. O 3.0d também vem com um "seis" de 3,0 litros, mas turbodiesel, com 231 cv e 53 m.kgf; faz 0-100 em 8,3 s e vai a 215 km/h. O topo de linha é o 4.8i, com um V8 de 4,8 litros a gasolina, 355 cv e 48,4 m.kgf, que anuncia 0-100 em 6,5 s e máxima de 240 km/h. O câmbio de todos é automático de seis marchas, com tração integral permanente.

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A BMW investiu pesado em eletrônica pela segurança. Pela primeira vez um utilitário da marca pode vir com direção ativa, que se torna mais rápida em baixa velocidade e menos em alta, e o sistema Adaptive Drive (condução adaptativa), com estabilizadores ativos que reduzem a inclinação da carroceria em curvas. De série vem o controle de estabilidade DSC+, que inclui quatro funções dos freios: preparação para atuar assim que o motorista deixa de acelerar, secagem ao rodar em piso molhado, auxílio à saída em aclives e compensação de perda de ação pelo aquecimento.

E um comando no console faz o controle de tração atuar mais tarde, permitindo algum entusiasmo nas saídas de curva. Ou não seria um BMW.

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Data de publicação: 8/8/06

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