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Apresentação

Portas a menos, classe a mais

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A BMW apresenta o novo cupê da Série 3, com linhas
que não surpreendem, mas revelam elegância

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação

O BMW Série 3 nasceu como um duas-portas, em 1975, mas já na segunda geração (1982) ganhava a versão de quatro portas. Na evolução seguinte, de 1990, surgia o cupê com desenho próprio, mais esportivo, que estabeleceu uma tradição. Agora, mais duas gerações depois (a quarta foi a de 1998), aparece o cupê de codinome E90, terceiro membro de uma família que já conta com o sedã (leia avaliação) e a perua.

Depois de gerar polêmica com as ousadias do projetista Chris Bangle, a marca preferiu ser conservadora — até demais para alguns gostos. O novo cupê lembra um pouco modelos japoneses desta década e da anterior, embora seja certamente harmonioso. Além de toda a traseira (cujas lanternas usam LEDs) e do perfil do teto, elementos como faróis e retrovisores são exclusivos, o que confere identidade própria ao duas-portas.

No interior, os ocupantes sentam-se mais baixos que no sedã, tanto pela sensação esportiva quanto para manter bom espaço apesar do teto mais baixo do cupê. Os cintos dianteiros são "oferecidos" à mão quando se insere a chave no contato, mas o do passageiro só se move caso seja detectada uma pessoa no banco. A capacidade do porta-malas é de 440 litros.

O destaque técnico é a estréia do motor de seis cilindros em linha e 3,0 litros com dois turbocompressores, apresentado no recente Salão de Genebra ainda sem modelo para equipar. Mais potente "seis" da marca, à parte os usados em versões esportivas "M", traz recursos como injeção direta, turbinas com resistência especial a altas temperaturas e virabrequim todo de alumínio. Fornece potência de 306 cv e torque máximo de 40,8 m.kgf, mantido constante de 1.300 a 5.000 rpm — fruto da baixa inércia das duas pequenas turbinas. A empresa declara aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos e velocidade máxima de 250 km/h (limite eletrônico).

O câmbio pode ser manual ou automático de seis marchas, sempre com tração traseira. Além desse motor, usado na inédita versão 335i (apesar de não ser um 3,5-litros), será oferecido o seis-em-linha de 2,5 litros, com 218 cv e 25,5 m.kgf, para 0-100 em 6,9 s e máxima de 245 km/h. Na seqüência vêm o 3,0 de aspiração natural, com 272 cv, 0-100 em 6,1 s e 250 km/h, e o turbodiesel de mesma cilindrada, com 231 cv, 0-100 em 6,6 s e ótimo torque de 51 m.kgf.

O melhor fica para depois: o novo esportivo M3, também um cupê, com motor V8 de 4,0 litros e cerca de 400 cv, para chegar ao desempenho que o modelo maior M5 oferecia na geração anterior.

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Data de publicação: 25/4/06

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