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BIODANZA: O Poder da Dança Integradora: segundo poder |
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MATÉRIAS ESPECIAIS |
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*Eliana Almeida, diretora da Escola de Biodanza, na Barra da Tijuca, RJ
A dança é a prova da verdade.
Nietzche
Não é utopia querer mudar o mundo dançando. A dança no seu sentido original, surge das profundezas do ser humano: é movimento de vida, de intimidade, é impulso de união à espécie.
Quando falamos de movimento, da dança em Biodanza, não falamos de gestos ou deslocamentos mecânicos destituídos de significado. Tocados pela música que nos comove e nos move, fazemos e criamos movimentos sustentados por nosso mundo emocional. Quando dançamos, nos engajamos totalmente: corpo, mente, espírito e coração, buscando a unidade, a integração.
"Movimentar o corpo desde a interioridade pode chegar a ser uma fonte indescritível de prazer e saúde."
Rolando Toro
Muitas pessoas apresentam uma dissociação entre seu movimento corporal e o que sentem. Esses movimentos são controlados pelo córtex cerebral e por isso, vemos pessoas que insistem em falar algo diferente que fala seu corpo.
Imaginem uma pessoa que sente uma coisa, pensa outra e realiza uma outra coisa, essa pessoa está dissociada, está dividida em três.
O movimento verdadeiro nasce do nosso peito, do nosso centro afetivo e qualquer movimento que não venha do que sentimos é dissociativo.
Em Biodanza contamos com mais de 250 exercícios e danças cuja finalidade é ativar os movimentos humanos em forma harmônica e integradora.
Trabalhamos a integração sensório-motora, afetivo-motora, ideo-afetivo-motora, a sensibilidade cenestésica e outros conjuntos de exercícios que estimulam as vivências das 5 linhas: VITALIDADE, SEXUALIDADE, CRIATIVIADE, AFETIVIDADE E TRANSCENDÊNCIA. Falarei dessas linhas no poder da vivência.
Todas essas danças são ecofatores (fatores naturais) de grande poder de deflagração vivencial, se potencializam reciprocamente e seu efeito é a homeostase das funções orgânicas, a regulação do sistema límbico-hipotalâmico e a elevação da qualidade de vida no sentido de plenitude e gozo de viver.
Para Nietzche "nós não devemos acreditar em pensamentos que os músculos não saúdem também". Metamorfoses do "eu" são fenômenos musicais. São ritmos. Para ele, o homem é uma "criatura inventora de ritmos".
Só entendemos as coisas quando as traduzimos em formas e ritmos.
Encontrar o ritmo pessoal nas várias situações de vida; é isso que os românticos chamam de "a arte das artes de viver".
Que aconteceria se, em vez de apenas construirmos nossa vida, tivéssemos a loucura ou a sabedoria de dançá-la.
Roger Garaudy.
Se você se interessa por Biodanza, volte ao bemzen.com e leia mais sobre essa prática na segunda-feira que vem.
Leia o artigo anterior clicando aqui: href="http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/geral/ult493u80.htm">http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/geral/ult493u80.htm
*INFORMAÇÕES e NOVAS TURMAS: e-mail: biodanza.ntg@terra.com.br
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