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| Quando o estresse pode levar a perda dos cabelos |
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MATÉRIAS ESPECIAIS |
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Por Helcio Fiszpan*
O estresse capilar pode ser causado por distúrbios emocionais, problemas hormonais, uma má qualidade de alimentação e sono, entre outros fatores, o que pode levar a uma queda dos cabelos em função de uma alteração significativa do metabolismo de órgãos periféricos como a pele e o couro cabeludo. Mas é possível recuperar a saúde dos cabelos enfraquecidos e ao mesmo tempo melhorar o seu aspecto com o uso de próteses capilares, que podem ser retiradas na medida em que os cabelos forem crescendo com saúde.Estudo recente, realizado pela Clínica Mayo nos EUA, aponta para uma maior incidência de casos de alopecia areata em pacientes na faixa etária dos 20 anos, cerca de 60% dos diagnósticos realizados. Acima dos 40 anos, o percentual é menor, baixando para 20%, e nos pacientes que já passaram dos 50 anos o percentual cai para 12% dos casos citados.
O problema afeta homens, mulheres e crianças. Os fatores que desencadeiam a alopecia areata e os mecanismos de desenvolvimento da doença ainda não estão bem esclarecidos junto à comunidade científica. Entretanto é possível verificar que características genéticas, problemas de tireóide, além de bloqueios emocionais, contribuem para desencadear o quadro da areata. Enquanto a solução definitiva para o tratamento da alopecia androgenética não é descoberta pela medicina e a perda dos cabelos for de causa hereditária, só restam duas saídas: o implante de novos fios, ou o uso de próteses capilares. O crescimento de casos de alopécia levou especialistas ao estudo científico de técnicas capilares, como a pilologia, e a criação de tratamentos sincronizados onde são aliadas técnicas capilares e dermatológicas.
A realização do exame tricograma identifica as condições de crescimento dos cabelos em uma amostragem padrão, onde é possível encontrar o percentual de crescimento capilar para uma avaliação das condições de crescimento dos fios e do tipo de tratamento estético que será realizado.No resultado satisfatório do tricograma é possível verificar se os fios estão em fase anagênica (crescimento) ou na fase telógena, quando cabelos irão se desprender e cair. Se a alopécia encontrada no paciente não for de origem genética, então é viável tratar o problema com a técnica de nutrição capilar tópica, e aplicação de produtos tais como os oligoelementos, fitoterápicos e ainda, a aromaterapia. Nesse processo, entram as etapas de desintoxicação capilar, estimulação e finalmente a estabilização.
O mineralograma é um exame que auxilia no tratamento capilar. Já o olhar de terapeuta ortomolecular pode ser fundamental para auxiliar no equilíbrio do organismo. No caso de tratamentos mais delicados é importante haver o acompanhamento de um dermatologista/nutricionista ou nutrólogo, ou até mesmo o apoio psicológico por ser indicado.
O tratamento nutricional tópico dura em média 10 sessões de 30 a 60 minutos, e consiste na massagem do couro cabeludo para a desintoxicação com a aplicação tópica de bases cosméticas contendo vitaminas, minerais e aminoácidos para ativar a circulação sangüínea. Quando a opção é a de usar técnicas de volume, é preciso delimitar a área e a concatividade da cabeça e avaliar o melhor método de fixação dos cabelos postiços. Nesse processo entra ainda a seleção dos fios e a seguir vem a etapa de confecção das próteses propriamente ditas, que são feitas com a tecelagem fio por fio, e devem estar de acordo com as características dos cabelos dos clientes.
Fonte Studio JakBell - Rio de Janeiro - Consultor: Hélcio Fiszpan - especializado em terapia capilar e colocação de próteses capilares. Maiores informações: 21 2527 5738
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