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Canto de Luz: Passes magnéticos: seu significado e a melhor forma de direcioná-lo |
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MATÉRIAS ESPECIAIS |
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Os passes e radiações são recursos de cura física ou espiritual muito difundidos nas seções espíritas. Esse método de socorro espiritual tem na imposição das mãos, na força da oração e radiações magnéticas suas principais ferramentas. Os passistas, médiuns que aplicam os passes, devem permanecer em estado de profunda concentração onde a fé, a prece e mente pura, e os sentimentos de amor são indispensáveis à finalidade do ato. Existem dois tipos de passes: . O passe ministrado com recursos magnéticos do próprio médium; . O passe ministrado com recursos provenientes do Plano Espiritual.
Quanto à sua aplicação, os passes podem ser passes individuais, no qual as aplicações são feitas individualmente; passes coletivos, quando o passe é aplicado em grupo.
Existem dois tipos de receptores: 1)O receptor direto, presente no momento do passe; 2)O receptor indireto, ausente no momento do passe, porém atingido através das irradiações magnéticas. Esses fluídos magnéticos serão automaticamente aceitos ou não pelo receptor. Se consciente e sincero na sua fé há a chamada receptividade desses fluídos. Se descrente e ignorante às leis de Deus , há a chamada refratariedade à recepção do passe, ocasionando uma perda de intensidade e de absorção dos fluídos.
Observa-se que a atitude do homem sensato, do pesquisador, do homem de ciência é completamente diversa do homem comum. O investigador e o homem comum têm cada um sua psicologia peculiar, e dela nasce, espontaneamente, a força que os impulsiona à ação. Tanto o homem de ciência como o comum são interessados; porém, o interesse do primeiro não é imediato, e o do segundo, ao contrário, o é. Aquele, o homem de ciência, tem uma meta da qual sabe e compreende que está separado por uma estrada repleta de sacrifícios, que são: a Lei, o Imutável, o Necessário, os quais são o fruto do trabalho, da investigação e do raciocínio. Começa por conhecer a natureza íntima de sua matéria de estudo. A análise e a síntese com suas operações intelectuais. Dessa forma, busca a sujeição dos fenômenos parciais às leis comprovadas, aos princípios fundamentais, aos axiomas evidentes, e após a fatigante marcha, encontra a coordenação necessária de um fenômeno com outro, e, assim, uma Lei, essa preciosa síntese racional que valoriza seus esforços e os exalta. Este foi o procedimento adotado por Allan Kardec, ao longo de sua trajetória.
Extraído do livro de Rubens Policastro Meira, Curso de Passes
*Elio Mollo, estudioso da Doutrina Espírita
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