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| Vidas Passadas: sua teoria e correlação com as técnicas de Jung |
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MATÉRIAS ESPECIAIS |
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Existem algumas teorias tentando explicar a Terapia de Vidas Passadas, a mais usada é a da Grande Memória.
Segundo Roger Woolger, terapeuta TVP inglês, existe a crença de que todos temos acesso, em sonhos, meditação ou hipnose, a um estado da mente inconsciente que é universal. Todos temos a capacidade de mergulhar no vasto banco de memórias coletivas da humanidade. Esta memória universal tem sido chamada heterogeneamente de Registro Akáshico, Inconsciente Coletivo (Jung) ou simplesmente Grande Mente.
Anne Besant, no seu livro Karma, nos explica que o Akasha é o depósito no plano superior de todos os pensamentos, de todas as inteligências, de todos os desejos, de todas as ações levadas a cabo por todas as formas, em todos os planos. Todos deixam lá a sua marca, produzindo imagens de tudo o que acontece, imagens sem forma para nós, mas de uma grande precisão para as inteligências espirituais elevadas. É a reflexão destas imagens akáshicas que a atenção exercitada pode projetar de forma que uma cena do passado pode reproduzir-se com a sua realidade cheia de vida e com a precisão de todos os detalhes, por mais longínqua que seja a sua existência; porque tudo o que acontece existe nos anais akáshicos, impresso uma vez para sempre. Cada página destes anais fornece ao vidente exercitado um quadro vivo e cheio de movimento, que ele pode dramatizar e até viver.
Jung contribuiu para a psicologia com a idéia do inconsciente coletivo. O repositório de experiências compartilhado pela raça humana e registrado em formas simbólicas universais que ele chamou de arquétipos. Não há nada explícito sobre TVP nesta teoria, mas o conceito nos permite considerar a idéia de um substrato psíquico universal da experiência humana.
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